segunda-feira, 6 de maio de 2013

Dexterz dá dicas de passeios em São Paulo

Junior Lima, Julio Torres e Amon Lima sugerem baladas e concerto




Portal da Band conversou com a banda Dexterz, formada pelo baterista Junior Lima, por Julio Torres, que faz a batida eletrônica, e por Amon Lima, o responsável pelo contraste do violino para saber algumas dicas culturais para quem quiser curtir diferentes estilos de música em São Paulo.

Junior aproveitou para contar sobre a festa organizada pela banda. "Indico o Monoclub, fica no baixo Augusta e toca vários tipos de som. Toda primeira terça-feira do mês tem a nossa festa, que se chama 'InFanmous', onde a gente chama vários convidados para tocar junto. É uma noite bem experimental de som, uma ótima programação musical", explicou.

"O Junior roubou a minha dica", reclamou Julio Torres e muda a sugestão para uma balada. "Bom, vou indicar então um lugar aqui em São Paulo que eu faço residência, a D-Edge. É um dos principais clubes do mundo e é um lugar que você pode ir a qualquer dia da semana. Segunda-feira rola rock, quinta é mais house... Enfim, é uma opção legal para ouvir musica boa aqui na cidade", completou.

Já Amon Lima seguiu o estilo musical que sempre foi sua preferência. "Vou fugir um pouco da música eletrônica e vou um pouco pra musica clássica. Acho que vale muito a pena a gente ir lá na Sala São Paulo e ver a OSESP tocar. Um teatro muito lindo que não deve nada para nenhum dos melhores teatros do pais, fica na estação Júlio Prestes. Não é uma dica tão diferente, mas tem gente que nunca foi. Vale a pena ir e ver um concerto de alto nível", sugeriu.


Serviço: 

Monoclub
Onde: Rua Augusta, 480 - São Paulo
Tel: (11) 2371-0067

D-Edge
Onde: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 141 - São Paulo
Tel: (11) 3665-9500

Sala São Paulo
Onde: Pça. Júlio Prestes, 16 - São Paulo
Tel: (11) 3367-9500

Junior Lima lamenta a morte de Peu

O ex-guitarrista da cantora Pitty, Peu, foi encontrado morto dentro de sua residência, no bairro de Itapuã, em Salvador. A família soube do ocorrido nesta segunda-feira (6). A informação da morte foi confirmada pelo irmão, Lahiri Galvão, que não deu detalhes sobre o caso. O músico, em 2008, fez parte da banda "Nove Mil Anjos", junto com Junior Lima, Champignon e Peri. Através do twitter, Junior comentou a morte do guitarrista:  







Que Deus conforte a família nesse momento... 
Descanse em paz, Peu... 
PRI.

domingo, 5 de maio de 2013

[FOTO DE HOJE] Feliz Aniversário, Chitãozinho!!!!

Uma foto pra homenagear o aniversariante do dia: Chitãozinho! 


Os lindos maninhos ao lado do tio!! =)

Fofos demais!!!! =)

Amoooooooooooooo muitoooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Parabéns, Chitãozinho!!!! =)

Saúde, sucesso, felicidades sempre!!!! =)

Bjus.

PRI.

sábado, 4 de maio de 2013

[FOTO DE HOJE] Fernanda Rodrigues, Luísa e Sandy


Me deu vontade de postar essa foto hj pq ouvi a fofa da Luísa falando da "Tia Sandy" no programa Estrelas... =)

Em passeio pela Disney com a mãe, o pai, e Angélica, a apresentadora perguntou pra pequena quantas vezes ela já tinha ido pra "Terra do Mickey" e Luísa disse que foi 4 vezes... Uma dessas vezes, ela contou que foi com a Tia Noely e a Tia Sandy:

Achei tão fofa ela falando Tia Noely e Tia Sandy... *-*
Essa baixinha é muito linda!! =)

Amoooooooooooo demais!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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"Com apenas 3 aninhos, a fofa embarcou para a Disney mais de quatro vezes. E, é ela mesmo que enumera: “Eu vim com a vovó, com a dinda, com a tia Noely e com a tia Sandy”.

Vejam o vídeo aqui.



CRÉDITOS: SITE DO ESTRELAS

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Vale a pena conferir...

Fofa demais!!!!!!!! =)

Bjus.

PRI.






sexta-feira, 3 de maio de 2013

Dexterz no Rio de Janeiro - 30/04/2013

Na véspera de feriado, 30, a Dexterz esteve no RJ para tocar na Festa Gênesis. O evento ocorreu na Barra Music. 




Clique aqui pra ver mais fotos.




CRÉDITOS: BLOG DA CAU

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Sandy emociona beneficiados do Plateia Social

No último sábado, os moradores do Jardins do Cerrado assistiram ao show da cantora no Teatro Rio Vermelho. Esta é a terceira edição do projeto de inclusão cultural do Idtech neste ano.




As novas canções de Sandy e os antigos sucessos de quando fazia dupla com o seu irmão, emocionaram os moradores do Residencial Jardins do Cerrado, que em sua maioria, nunca havia assistido um show num teatro antes. A terceira edição de 2013 do Plateia Social, projeto de inclusão cultural do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech), foi realizada neste sábado, dia 27 de abril, no Teatro Rio Vermelho, localizado no Centro de Convenções de Goiânia.

Os olhos de Alessandra Silveira brilharam quando viu pela primeira vez uma cantora famosa se apresentar. Antes de morar no Residencial Jardins do Cerrado, ela morava num abrigo para portadores de deficiência mental e nunca tinha tido a oportunidade de sair para um evento cultural. “Eu tinha uma boneca da Sandy”, lembrou. O esposo dela ficou igualmente emocionado. “Sou fã do pai dela, o Xororó e gostei muito do show! Sandy é tão talentosa como o pai”, disse o aposentado Antônio César Borges.

Sucessos como “A Lenda” fizeram a estudante de pedagogia Gleika Araújo relembrar a sua adolescência. “Era fã da dupla Sandy e Júnior. Gostei muito quando ela cantou as músicas famosas daquela época”, disse a moradora do Jardins do Cerrado, que adorou o programa de sábado a noite. “Mas em geral, o show foi lindo”, contou. A produção do espetáculo e a banda de alto nível também surpreenderam toda a plateia.

Foi a primeira vez que o Projeto Plateia Social esteve em uma produção musical. “Quem gostava da dupla Sandy e Júnior pode matar as saudades dos antigos sucessos e quem não era fã, pode assistir um espetáculo de alto nível, com uma produção impecável”, disse a coordenadora do projeto Lili Moreira.

Segundo a coordenadora, levar os moradores do Jardins do Cerrado, bairro localizado a cerca de 30 quilômetros do Centro de Goiânia, para o Teatro Rio Vermelho só foi possível por conta da parceria com a produtora Cia de Sucessos, que cedeu os ingressos para o Idtech realizar mais uma edição do Plateia Social.


O projeto


O Projeto Plateia Social se dedica a proporcionar oportunidade de acesso à arte a pessoas que nunca foram ou não tem oportunidade de frequentar espetáculos culturais. Mais de três mil de pessoas já foram beneficiadas desde junho de 2012. Este ano, já foram realizadas duas edições, sendo uma na peça “Alladin e a Lâmpada Maravilhosa” e outra na peça “Ninguém é de Ninguém”.








CRÉDITOS: IDTECH

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Sandy: “Não me vejo cantora de MPB”

Em passagem por Goiânia, Sandy afirma que encontrou seu estilo com música menos popular 



Mais próxima de seu público e de seu estilo, a cantora Sandy se apresentou no último sábado (27) em Goiânia. Em entrevista coletiva antes do show, ela afirmou estar feliz com o tamanho da carreira e com o estilo que escolheu para cantar e compor. Mais autoral e segura da intérprete que é, ela dominou o palco com a experiência de 22 anos de carreira em seu segundo trabalho solo. “O que eu sei fazer e o que eu acho que faço melhor é o estilo de música que eu faço atualmente. É o que me realiza.” 
Feliz com as escolhas que fez, a irmã de Júnior diz que com o novo CD, Sim – com lançamento previsto para maio –, dará continuidade ao caminho que escolheu após o fim da carreira em dupla. “Eu não podia cantar bossa nova. Amo bossa nova, jazz, mas não é isso que eu sou como cantora e compositora. Pode ser que futuramente eu faça projetos mais na linha do jazz e da bossa nova, mas sempre paralelos. Eu não me vejo virando uma cantora de MPB”, explica a cantora que já no fim da dupla participou de projetos solo com esses estilos de música.
Apesar de não escolher esse caminho, com Tom Jobim, Lulu Santos e Nando Reis no repertório de show, a artista expõe o gosto pessoal, que de certa forma influencia seu trabalho. “Estou mais ou menos em um caminho próximo e acho que tem uma identificaçãozinha harmônica entre a minha música e a MPB, mas não me vejo fazendo isso como um projeto principal”, explica após definir seu trabalho como um “pop alternativo” – que considera uma mistura de várias influências, ou mesmo o seu próprio estilo –, mas distante do pop de Sandy e Júnior.
“Já vivi um pouco dessa carreira solo e hoje as coisas foram consolidando um pouco mais na minha trajetória e dentro de mim mesma”, avalia após quase quatro anos da produção do primeiro álbum, Manuscrito, quando começou a buscar o som que iria fazer. “Agora, faço uma música que é menos popular e, automaticamente, é para um público menor. Estou amando essa mudança, porque isso combina muito com o que eu sou como pessoa.”

Multidões

Com 30 anos, a cantora de números grandiosos, que já se apresentou no Rock in Rio, não se assemelha com a adolescente que levantava multidões e, longe disso, prefere a descrição e trabalho para público menor. “Naquela época eu era jovenzinha, gostava do oba-oba, da galera gritando. Fazia parte daquele momento que eu estava vivendo. Combinava comigo naquele momento e com meu irmão. O som que eu faço é o que eu sou hoje. Eu, aos 30 anos, sou essa pessoa. Não significa que naquela época eu não fosse aquilo. É que a gente vai amadurecendo, modificando e encontrando realmente nossa personalidade.”
A aproximação com o público também ajudou na descoberta da nova Sandy e na consolidação do caminho da artista. “As redes sociais ganharam muita força e aconteceu uma aproximação muito grande e natural do público com o artista. Mudou tudo, pra todo mundo eu acho. Mas pra mim mudou muito mais ainda porque saí de uma carreira com meu irmão onde a gente fazia show para 70 mil pessoas, 250 mil pessoas”, conta a cantora que agora é capaz de ouvir e sentir o público bem próximo.
“Hoje é muito diferente trabalhar nesse meio musical do que era trabalhar na época que fazia dupla com meu irmão. Claro que no final da carreira, mais perto de 2007, a gente já estava vendo as mudanças acontecerem, mas agora de fato já mudou”, avalia, falando do termômetro que possui no palco de casas menores e fora dele, com a internet.





CRÉDITOS: O HOJE