quarta-feira, 3 de julho de 2013

5 motivos para amar Sandy

A cantora ascendeu à fama quando criança e ainda encanta, mesmo em carreira solo. PopQUEM listou cinco motivos por que a amamos! Acompanhe:


Sandy (Foto: Arte: Jenny Defensor)
Sandy (Foto: Arte: Jenny Defensor)
Sandy (Foto: Arte: Jenny Defensor)
Sandy (Foto: Arte: Jenny Defensor)
Sandy (Foto: Arte: Jenny Defensor)
Sandy (Foto: Arte: Jenny Defensor)







CRÉDITOS: REVISTA QUEM ONLINE

[MAIS FOTOS] Sandy e Junior no casamento do Douglas Aguillar

Ontem, achei mais duas fotos do casamento! =D





Liiiiiindos demais!!!! =)

Amoooooooooooooooo muitoooooooooooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Bjus.

PRI.

terça-feira, 2 de julho de 2013

[FOTO] Bruna, personagem de Sandy no filme "Quando Eu Era Vivo"

O pessoal do filme postou a foto na FanPage:

"A pedidos, um registro de Bruna, personagem de Sandy Leah. =)"

Foto: A pedidos, um registro de Bruna, personagem de Sandy Leah. =)





Tá muito liiiiiiiiinda!!!! ♥♥

Amoooooooooooooooo demais essa Diva da minha vida!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Quanta ansiedade pra ver esse filme, OMG... rs =)

Bjus.

PRI.

Sandy lança ‘Sim’ no Caldeirão do Huck deste sábado (06/07)

Sandy lança ‘Sim’ no Caldeirão do Huck deste sábado (06/07)

Neste sábado, dia 06 de julho, a partir das 16h, Sandy participará do Caldeirão do Huck, Rede Globo. No programa, a cantora fará o lançamento do CD ‘Sim’, segundo álbum da carreira solo, na TV brasileira. No palco, Sandy e sua banda apresentam ao vivo o single deste novo trabalho, ‘Escolho Você’, além de ‘Aquela dos 30’, já conhecida do público.
No programa, o público poderá curtir também o quadro “Seu eu Fosse Você”, com a participação do lutador Wanderlei Silva, que divide o dia com o seu homônimo, um cabeleireiro. Ainda na atração, todos poderão continuar conferindo a história do operário que ajudou na reforma do Maracanã, o Carlos, ou, Mumu da Mangueira. Não percam!



CRÉDITOS: SANDY OFICIAL

Ao lançar o segundo disco, Sandy fala sobre política, família e música

Ao contrário do álbum anterior, Manuscrito, que anunciava uma ruptura, Sim nasce sob o signo da autoafirmação



Aos 30 anos, Sandy viu o sucesso e a incerteza baterem à porta. Três décadas de vida, 20 anos de carreira e a vontade de abraçar o mundo. Formou-se em letras, encarou o fim da dupla com o irmão Júnior — após 17 milhões de discos vendidos — e casou-se. Já não era mais aquela criança fofa de maria-chiquinha e agora investia na imagem de mulher “devassa”. Mas, não tem jeito: o perfil de boa moça lhe cai bem. Justamente porque não é artificial. Em entrevista ao Correio, ela revela que cansou de ficar “mais tempo apagando incêndios do que cuidando da própria vida” e fala sobre política, influências sonoras e o segundo disco solo, o recém-lançado Sim.

Ao contrário do álbum anterior, Manuscrito, que anunciava uma ruptura, Sim nasce sob o signo da autoafirmação. Nesta nova fase, ela também se comprometeu com todos os detalhes da produção, da composição das músicas ao cenário do show, começando pela escolha dos produtores: o marido Lucas Lima e o americano Jason Tarver. Agora Sandy flerta com o pop e a música popular brasileira, mas é categórica: “Não quero virar uma cantora de MPB”.

Você diz sim para as manifestações nas ruas do Brasil?

Com certeza. Estou impressionada, não pensei que fosse viver para ver algo tão impactante. É como dizem: o gigante acordou. A população não aguentou mais ser feita de boba. Não tive como participar, porque iriam me assediar e tiraria o foco do que é mais importante. Mas gostaria de estar lá. O Lucas, meu marido, está nas manifestações em Campinas. Uso as ferramentas que tenho à mão. Uma delas é a sensibilidade. Sempre a utilizo a favor de causas importantes. Exponho as minhas opiniões nas redes sociais, mas prefiro não me aprofundar demais. Não falo mais do que qualquer cidadã que se indigna com corrupção, com a PEC 37 e com todos os motivos que levaram o povo a se fartar. Eu me indigno, mas não entendo muito do tema para dar uma opinião fundamentada, mais válida do que a de qualquer outra pessoa.

Qual sua posição em relação ao casamento homoafetivo?

Sempre fui favorável. Nunca escondi de ninguém. Todos os direitos têm que ser garantidos igualmente para todas as pessoas, independentemente da orientação sexual.

A música Aquela dos 30 diz que, dos 20 ao 30, você passou por uma fase em que esperava grandes mudanças. O que aconteceu de mais significativo nesse período?

Como diz a música, eu achava que em 10 anos viveria uma vida e não me faltaria tanto para ver. É um sentimento de todos. Mas me dei conta de que faltava ainda muita coisa para fazer. É importante saber reverter isso. Se o tempo está passando rápido, vamos aproveitá-lo da melhor maneira. Não tive muita crise. Vi a chegada desta nova fase de uma maneira bem-humorada, porque é assim que temos que encarar. Esses momentos de questionamentos são bons. Peguei esse limão e fiz uma limonada. Mudei de atitude, tentei fazer mais coisas. E, quando eu ficar mais velha, vou aproveitar a vida da mesma maneira.






CRÉDITOS: CORREIO BRAZILIENSE

segunda-feira, 1 de julho de 2013

[FOTO] 15 ANOS DE HISTÓRIA: Reencontro de Sandy e Junior com amigos do Seriado

Mais uma foto desse lindo reencontro da galera do Seriado Sandy & Junior, que aconteceu no último dia 29, no casamento do ator Douglas Aguillar:



Saudades de ver essa galera toda junta, agitando na TV... *-*

Amooooooooooo muitooooooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Bjus.

PRI.

SANDY - EM PAZ COM A FAMA

Foto: [JORNAL O DIA] "SANDY - EM PAZ COM A FAMA"

O prédio onde aconteceria esta entrevista com Sandy, em São Paulo, precisou ser interditado por cerca de uma hora. Bombeiros da brigada de incêndio do edifício faziam um treinamento que simulava uma situação de emergência com funcionários. O encontro da cantora — que está lançando ‘Sim’, seu segundo CD solo — com a ‘JÁ É! Domingo’ foi transferido para um hotel próximo, sem extintores e sirenes. Melhor assim.

Aos 30 anos de vida e 23 de carreira, Sandy está mais do que acostumada com os holofotes e sabia que os paparazzi de plantão não perderiam a oportunidade de flagrá-la descabelada, descendo as centenas de degraus do prédio.

“Tenho a impressão de que sempre buscam um deslize, um furo meu. Mas acho que as pessoas se acalmaram um pouquinho depois que eu casei. Antes, todos queriam saber da minha vida, vixe Maria, coitada de mim”, conta Sandy, que garante não se preocupar mais com o julgamento alheio.

“Decidi, muitos anos atrás, quando eu ainda era adolescente, que nunca ia deixar de fazer nada para corresponder a qualquer rótulo, qualquer expectativa. Faz tempo que lido com a imprensa, com o assédio e com a invasão de privacidade. Fui encontrando uma maneira para que isso não fizesse mal a mim, me afetasse o mínimo possível”, explica.

O fato de morar em Campinas, interior de São Paulo, ajuda Sandy a ter uma vida distante dos curiosos. “Lá não tem tantos paparazzi. Estou mais longe desse assédio, acabo levando uma vida normal. Não moro no Leblon. Quando estou no Rio, não passo ilesa nunca. Todo mundo me pega saindo com os amigos. Mas, às vezes, a gente escolhe uns lugarzinhos estratégicos para ficar incógnita”.

Os rótulos que lhe foram atribuídos, de menina de família, doce, virgem e ingênua, ficaram para trás. “Já me irritou. Tinha essa coisa da princesinha e tal, mas acho que hoje já começaram a perceber que amadureci. Poxa, estou com 30 anos, então está na hora mesmo. Já passou da hora”, constata, soltando sua tímida risada, logo abafada ao ser questionada sobre os rumores de uma possível gravidez.

“Na verdade, eu e meu marido (o músico Lucas Lima) decidimos, há mais de um ano, que não comentaríamos mais boatos de gravidez. Agora sai na mídia e eu não falo nada. Nem que sim, nem que não. Eu desisti, entende? Não quero mais ficar dando pano para manga”, justifica. Ela confessa, no entanto, que seus 30 anos estão começando a pesar na decisão de ser mãe.

“A idade é algo que conta, sim, ainda mais porque eu já vou fazer cinco anos de casada. É algo natural. Pensamos em ter filhos, mas estamos indo no nosso tempo. Tenho algumas coisas para fazer antes de engravidar, cuidar da minha carreira é uma delas”, diz.

Trabalhar com o marido, que é responsável pela produção musical do disco e coautor de oito faixas, não é um problema. Ao contrário. “Ele continua sendo meu parceiro. Foi algo que tive que aprender por sempre ter trabalhado em família, né? No casamento, a gente teve que colocar limites para não ficar falando de trabalho o tempo todo”, justifica.

Seis anos após se separar do irmão, Junior (“só fisicamente, pois espiritualmente estamos cada vez mais juntos”), Sandy fala que se encontrou musicalmente. Em ‘Sim’, apresenta dez composições pop românticas bem confessionais, entre as quais ‘Aquela dos 30’ e ‘Saudade’.

“Hoje estou mais tranquila porque acho que encontrei meu lugar. Sinto isso. Estou num momento seguro, mais maduro da carreira. Sei quem eu sou como artista, qual é o meu som”, avalia. A pressão com o segundo CD solo é bem menor que a que sofreu ao lançar ‘Manuscrito’, em 2010. “O primeiro tinha o frio na barriga, a expectativa do novo após o fim da dupla: ‘Será que vai dar certo?’ ou ‘Será que vai ter lugar pra mim na música?’. Isso era angustiante”.

Com Junior, Sandy vendeu mais de 17 milhões de discos ao longo de duas décadas e, agora, se viu obrigada a se adaptar ao cenário atual. “Ninguém mais quer pagar por música, só querem música de graça. Então, todo mundo pode ganhar pelo seu trabalho, mas o músico não? Parece injusto, no começo dá uma chateação, mas depois temos que ir mudando a maneira de encarar as coisas”, lamenta ela, que também precisou reaprender a faturar com seu trabalho. “Hoje a maneira de eu ganhar dinheiro mudou. São os shows e uma campanha publicitária ou outra que aparece. Musicalmente, só os shows. O que se ganha com direitos autorais é muito pouco, não é o suficiente para sustentar um artista”, reclama.

‘Cada vez que atuo, preenche um vazio’

Sandy sempre conciliou a música com os seriados, novelas e filmes dos quais participou. Na Globo, fez várias participações especiais, teve seu próprio programa — ao lado de Junior — e protagonizou ‘Estrela Guia’, em que interpretou a mocinha Cristal.

“Era muito cansativo, não sei como dei conta. Eu cantava, estudava, gravava o programa e a novela. Eu estava feliz, mas hoje eu não queria mais viver daquela maneira”, diz ela, que filmou o longa de suspense ‘Quando Eu Era Vivo’, ao lado de Antonio Fagundes, que estreia até o final do ano.

“Foi maravilhoso. Cada vez que faço algo como atriz, preenche um lugarzinho que fica vazio. Mas novela realmente é mais difícil, exige muito. Se pintarem outros convites pontuais, como ‘As Brasileiras’ (2012), com certeza vou fazer”.

Créditos: O Dia

O prédio onde aconteceria esta entrevista com Sandy, em São Paulo, precisou ser interditado por cerca de uma hora. Bombeiros da brigada de incêndio do edifício faziam um treinamento que simulava uma situação de emergência com funcionários. O encontro da cantora — que está lançando ‘Sim’, seu segundo CD solo — com a ‘JÁ É! Domingo’ foi transferido para um hotel próximo, sem extintores e sirenes. Melhor assim.

Aos 30 anos de vida e 23 de carreira, Sandy está mais do que acostumada com os holofotes e sabia que os paparazzi de plantão não perderiam a oportunidade de flagrá-la descabelada, descendo as centenas de degraus do prédio.

“Tenho a impressão de que sempre buscam um deslize, um furo meu. Mas acho que as pessoas se acalmaram um pouquinho depois que eu casei. Antes, todos queriam saber da minha vida, vixe Maria, coitada de mim”, conta Sandy, que garante não se preocupar mais com o julgamento alheio.

“Decidi, muitos anos atrás, quando eu ainda era adolescente, que nunca ia deixar de fazer nada para corresponder a qualquer rótulo, qualquer expectativa. Faz tempo que lido com a imprensa, com o assédio e com a invasão de privacidade. Fui encontrando uma maneira para que isso não fizesse mal a mim, me afetasse o mínimo possível”, explica.

O fato de morar em Campinas, interior de São Paulo, ajuda Sandy a ter uma vida distante dos curiosos. “Lá não tem tantos paparazzi. Estou mais longe desse assédio, acabo levando uma vida normal. Não moro no Leblon. Quando estou no Rio, não passo ilesa nunca. Todo mundo me pega saindo com os amigos. Mas, às vezes, a gente escolhe uns lugarzinhos estratégicos para ficar incógnita”.

Os rótulos que lhe foram atribuídos, de menina de família, doce, virgem e ingênua, ficaram para trás. “Já me irritou. Tinha essa coisa da princesinha e tal, mas acho que hoje já começaram a perceber que amadureci. Poxa, estou com 30 anos, então está na hora mesmo. Já passou da hora”, constata, soltando sua tímida risada, logo abafada ao ser questionada sobre os rumores de uma possível gravidez.

“Na verdade, eu e meu marido (o músico Lucas Lima) decidimos, há mais de um ano, que não comentaríamos mais boatos de gravidez. Agora sai na mídia e eu não falo nada. Nem que sim, nem que não. Eu desisti, entende? Não quero mais ficar dando pano para manga”, justifica. Ela confessa, no entanto, que seus 30 anos estão começando a pesar na decisão de ser mãe.

“A idade é algo que conta, sim, ainda mais porque eu já vou fazer cinco anos de casada. É algo natural. Pensamos em ter filhos, mas estamos indo no nosso tempo. Tenho algumas coisas para fazer antes de engravidar, cuidar da minha carreira é uma delas”, diz.

Trabalhar com o marido, que é responsável pela produção musical do disco e coautor de oito faixas, não é um problema. Ao contrário. “Ele continua sendo meu parceiro. Foi algo que tive que aprender por sempre ter trabalhado em família, né? No casamento, a gente teve que colocar limites para não ficar falando de trabalho o tempo todo”, justifica.

Seis anos após se separar do irmão, Junior (“só fisicamente, pois espiritualmente estamos cada vez mais juntos”), Sandy fala que se encontrou musicalmente. Em ‘Sim’, apresenta dez composições pop românticas bem confessionais, entre as quais ‘Aquela dos 30’ e ‘Saudade’.

“Hoje estou mais tranquila porque acho que encontrei meu lugar. Sinto isso. Estou num momento seguro, mais maduro da carreira. Sei quem eu sou como artista, qual é o meu som”, avalia. A pressão com o segundo CD solo é bem menor que a que sofreu ao lançar ‘Manuscrito’, em 2010. “O primeiro tinha o frio na barriga, a expectativa do novo após o fim da dupla: ‘Será que vai dar certo?’ ou ‘Será que vai ter lugar pra mim na música?’. Isso era angustiante”.

Com Junior, Sandy vendeu mais de 17 milhões de discos ao longo de duas décadas e, agora, se viu obrigada a se adaptar ao cenário atual. “Ninguém mais quer pagar por música, só querem música de graça. Então, todo mundo pode ganhar pelo seu trabalho, mas o músico não? Parece injusto, no começo dá uma chateação, mas depois temos que ir mudando a maneira de encarar as coisas”, lamenta ela, que também precisou reaprender a faturar com seu trabalho. “Hoje a maneira de eu ganhar dinheiro mudou. São os shows e uma campanha publicitária ou outra que aparece. Musicalmente, só os shows. O que se ganha com direitos autorais é muito pouco, não é o suficiente para sustentar um artista”, reclama.

‘Cada vez que atuo, preenche um vazio’

Sandy sempre conciliou a música com os seriados, novelas e filmes dos quais participou. Na Globo, fez várias participações especiais, teve seu próprio programa — ao lado de Junior — e protagonizou ‘Estrela Guia’, em que interpretou a mocinha Cristal.

“Era muito cansativo, não sei como dei conta. Eu cantava, estudava, gravava o programa e a novela. Eu estava feliz, mas hoje eu não queria mais viver daquela maneira”, diz ela, que filmou o longa de suspense ‘Quando Eu Era Vivo’, ao lado de Antonio Fagundes, que estreia até o final do ano.

“Foi maravilhoso. Cada vez que faço algo como atriz, preenche um lugarzinho que fica vazio. Mas novela realmente é mais difícil, exige muito. Se pintarem outros convites pontuais, como ‘As Brasileiras’ (2012), com certeza vou fazer”.





CRÉDITOS: JORNAL O DIA