segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Junior Lima pede afastamento da banda Dexterz para casar

O cantor quer descansar pelo menos um ano da música


Junior Lima pede afastamento da banda Dexter para casar - Manuela Scarpa/Foto Rio News

Depois da surpresa da gravidez de Sandy, agora é Junior Lima que volta às manchetes dos jornais. De acordo com o colunista Leo Dias, do jornal O Dia, o cantor já anunciou aos produtores da banda Dexterz que vai se afastar do grupo por, pelo menos, um ano.
Junior teria informado aos empresários que está cansado com o ritmo de shows e viagens e pretende se casar em 2014. O casamento com a modelo Monica Benini deve acontecer no dia 25 de outubro, na Quinta da Baroneza, que fica a 90 quilômetros de São Paulo, entre as cidades de Itatiba e Bragança Paulista.
A coluna destaca que Junior alegou ainda que precisa acompanhar de perto a reforma da cobertura onde mora, além do fato de ter trabalhado a vida toda, mais precisamente desde os 6 anos de idade.
Desde 2009, Junior faz apresentações de música eletrônica com a Dexterz. Ele é o responsável por tocar bateria, além de objetos inovadores, como um iPad para fazer música. Junior é o principal nome da banda e chamariz para a divulgação dos shows. Sua saída foi recebida como uma bomba entre os componentes.
A assessoria de imprensa de Junior Lima confirmou que o cantor se afastou da banda, mas não soube precisar quanto tempo ele ficará longe dos palcos. O último show do grupo aconteceu no dia 31 de dezembro, em Maceió.


CRÉDITOS: O FUXICO


Em SP, Antonio Fagundes e Sandy divulgam filme 'Quando eu era vivo'

Suspense de Marco Dutra ('Trabalhar cansa') também traz Marat Descartes.
Baseado em obra de Lourenço Mutarelli, filme estreia nesta sexta (31).


Marat Descartes, Sandy, Marco Dutra e Antonio Fagundes na coletiva 'Quando eu era vivo' (Foto: Letícia Mendes/G1)Marat Descartes, Sandy, Marco Dutra e Antonio
Fagundes na coletiva (Foto: Letícia Mendes/G1)

Antonio Fagundes, Sandy e Marat Descartes, protagonistas de “Quando eu era vivo”, participaram de uma entrevista coletiva nesta segunda-feira (27), em São Paulo, para divulgar o filme. Dirigido por Marco Dutra (“Trabalhar cansa”) e produzido pela RT Features, o longa é baseado no livro “A arte de produzir efeito sem causa”, de Lourenço Mutarelli. Ele estreou na Mostra de Cinema de Tiradentes e chega ao circuito comercial nesta sexta (31).
Também estavam presentes na coletiva os atores Tuna Dwek, Gilda Nomacce, Kiko Bertholini, Helena Albergaria, o produtor Rodrigo Teixeira e a roteirista Gabriela Amaral Almeida.
O suspense acompanha o personagem Júnior (Marat Descartes), que, após um divórcio traumático, busca abrigo na casa do pai, Sênior (Antonio Fagundes), com quem mantinha uma relação distante. Lá, nada lembra o lar em que viveu quando jovem. O pai se tornou agora um homem estranho, rejuvenescido à base de exercícios físicos e bronzeamento artificial.
Os objetos e fotos da mãe, morta alguns anos antes, foram encaixotados e trancados no quartinho dos fundos. No quarto que dividia com o irmão, Pedro, agora vive a inquilina Bruna (Sandy), estudante de música que veio do interior para fazer faculdade. Após encontrar objetos que remetem ao passado e à sua mãe, Júnior desenvolve uma obsessão pela história de sua família e tenta recuperar algo que aconteceu em sua infância e que, até hoje, o assombra.
Durante a coletiva, Marco Dutra comentou que a personagem Bruna não é parecida com a Sandy, apesar da ligação com a música. Já a atriz e cantora afirmou: "Eu acho que tenho algumas coisas em comum com a Bruna, mas personalidades diferentes". Para Sandy, Bruna é "muito solitária, vive longe da família, muito nem aí com a vida".
"Ela acaba sendo tragada pela loucura do Júnior e se envolvendo. Ela é bem diferente de mim nisso. É mais jovem do que eu, tive que me concentrar um pouco nisso, para não passar muita maturidade."

Sandy explicou ainda a forma como abordou o texto. "Quando eu li o roteiro, preferi ir pelo ponto de vista do drama psicológico, da loucura, do que pelo caminho do sobrenatural. Depois do filme pronto eu comprei a ideia do sobrenatural. Acho que a música permeia o filme de maneira decisiva. A música tem um papel importante nisso."
A atriz contou que, apesar de seu foco não ser o cinema, mergulhou em sua personagem durante as gravações. “Eu li o livro do Mutarelli e algumas situações me ajudaram a construir as cenas. A preparação foi bem curta. A gente tinha pouco tempo, então nos encontramos três, quatro vezes para exercícios físicos e mentais, leitura, ensaios", afirmou.

"Eu quis entrar para o filme com o mesmo conhecimento sobre ocultismo que a personagem tinha, ou seja, nenhum. Não era algo com o qual ela se relacionava. O papel da Bruna é menor no filme. Ela levanta para os personagens do Marat e do Fagundes, porque o drama é da família", acrescentou.
"Quis ser discreta e entregar o que foi pedido, da melhor maneira possível. Eu trabalho bastante e meu foco é a música, mas, quando filmávamos, tinha pouca coisa acontecendo no meu dia a dia, então mergulhei mesmo naquilo. Quando chegava em casa, meu marido, minha mãe e meu pai falavam que eu estava diferente, meio pensativa e fechada. Apesar do clima ser descontraído no set, querendo ou não você acaba entrando naquele universo sombrio. Chegava em casa meio quieta."
Marat Descartes, por sua vez, explicou seu interesse pelo papel principal. "Quando o Marco me convidou, eu estava rodando outro longa em Minas e imediatamente enlouqueci pelo personagem. O incrível do Junior é que ele faz uma curva incrível no filme. Ele entra em uma obsessão pelo passado da família e isso se desenvolve até o fim do filme. Foi maravilhoso fazer."
Filme abriu a Mostra de Cinema de Tiradentes (Foto: Flora dias/Divulgação)Descartes, Fagundes e Sandy em cena 'Quando eu
era vivo' (Foto: Flora dias/Divulgação)
'Não é terror'
Antonio Fagundes justificou sua ausência em mais produções cinematográficas – sua última aparição havia sido em "A mulher do meu amigo" (2008). "O problema do cinema, para mim, é a minha agenda. Teatro prende você, mais que qualquer coisa. Fico muito tempo em cartaz, quinta, sexta, sábado e domingo preso", comparou. "A produção do filme tem que se adequar aos meus horários. Faço muita televisão também. Cinema exige que fique um mês ali no set. Por mim, faria três, quatro filmes por ano."
Para o ator, "Quando eu era vivo" não se enquadra num único gênero. "Não vejo esse filme como muito de terror. Ele tem alguns símbolos do terror, da possessão, da loucura, do ambiente malévolo. São muitas as citações de filmes de terror. Mas, quando li o livro, fiquei pensando: 'Como vamos fazer isso?'". lembrou. "Porque o livro é absolutamente psicológico, se passa na cabeça do pai. E a transposição foi belíssima, porque abriu para mais discussões", elogiou.
"Imagino o filme mais como um grande thriller psicológico. A situação terrível da história é a incomunicabilidade das pessoas daquela família. A comunicação é o gesso." Ele comentou especificamente a cena em que seu rosto é engessado durante um ritual. "Tenho certa claustrofobia, então inventamos uma técnica. A produção foi muito compreensiva comigo. Tem um truque, que durou um dia todo, mas não vou contar como foi."
Além de autor da obra que inspira o longa, Loureçno Mutarelli faz uma pequena participação no filme, como o motorista. Marco Dutra comentou a adaptação para o cinema. “Mutarelli teve envolvimento crucial, no sentindo de que ele abriu a porta da obra dele e disse 'entrem'. Ele falou 'é de vocês'. Quando leu o roteiro final, o terceiro ou quarto tratamento, o comentário dele foi breve e caloroso, ele disse algo como 'não senti tanta diferença, reconheci meu livro lá'. Ele disse que esse é um dos livros dele que ele mais gosta, então ficamos felizes que ele gostou."
FOTOS:


CRÉDITOS: G1 / CARAS

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Para família, Sandy ficou "estranha" durante filmagens de suspense

A atriz Sandy Leah durante entrevista coletiva para divulgar o filme "Quando Eu Era Vivo", de Marco Dutra


A atriz Sandy Leah durante entrevista coletiva para divulgar o filme "Quando Eu Era Vivo", de Marco Dutra

A atriz e cantora Sandy Leah, que faz parte do elenco do filme "Quando Eu Era Vivo", de Marco Dutra, contou nesta segunda-feira (27) que sua família dizia que ela estava "estranha" durante os dias de filmagem do longa.
"Diziam que eu estava diferente: pensativa, fechada. No fundo, o clima do set é divertido para caramba, mas chegando em casa eu ficava um pouco quieta", afirmou a atriz, que no filme vive Bruna, uma garota que veio do interior para concluir estudos de música em São Paulo.
A atriz disse que interpretou de maneira positiva essas declarações. "Que bom, porque quer dizer que eu entrei mesmo na coisa".
Sandy disse que o interesse pela música é um dos "pontos de contato" entre ela e a personagem, mas que se considera bem diferente de Bruna. "Ela é mais jovem, tive que tomar cuidado para não passar mais maturidade do que ela tem".
Sandy participou de entrevista coletiva para divulgar o filme, que estreia nesta sexta, ao lado dos atores Antonio Fagundes e Marat Descartes, do diretor Marco Dutra, do produtor Rodrigo Teixeira, e de outras pessoas envolvidas com o longa.
Inspirado no livro "A Arte de Produzir Efeito sem Causa", de Lourenço Mutarelli, o filme mostra a história de Júnior (Descartes), que, após um divórcio traumático, busca abrigo na casa do pai, Sênior (Fagundes), com quem mantinha uma relação distante. Mas o pai se tornou um homem estranho, rejuvenescido à base de exercícios físicos e bronzeamento artificial, e os objetos e fotos da mãe, morta há alguns anos, foram encaixotados e trancados no quartinho dos fundos.
  • Caio Duran/AgNews
    Os atores Marat Descartes, Sandy Leah e Antonio Fagundes e o diretor Marco Dutra, de 
"Quando Eu Era Vivo"
No quarto que Junior dividia com o irmão, agora vive a inquilina Bruna (Sandy). Após encontrar objetos que remetem ao passado e a sua mãe, Júnior desenvolve uma obsessão pela história de sua família e tenta recuperar algo que aconteceu em sua infância e que, até hoje, o assombra.
Para Fagundes, o horror é usado como metáfora pelo ser humano. "Usamos o horror como metáfora para coisas que não têm explicação e que nos dão medo", disse. O ator afirmou também que gostaria de fazer mais cinema, mas que sua agenda o impossibilita. "Por mim, eu faria três ou quatro filmes por ano".
A fase de filmagens de "Quando Eu Era Vivo" durou apenas 18 dias. O filme foi rodado em uma locação na cidade de São Paulo e no complexo psiquiátrico de Juqueri, em Franco da Rocha, na Grande São Paulo.
Durante a coletiva, o ator Marat Descartes disse ter ficado "imediatamente enlouquecido" quando foi sondado por Dutra para fazer o filme. Mesmo quando ainda não tinha sido oficialmente convidado para o papel principal do longa, ele afirmou ao diretor: "Eu vou fazer, não tem escapatória. E foi maravilhoso fazer".

CRÉDITOS: UOL CINEMA

Sandy exibe barriguinha de grávida pela primeira vez, durante ida ao teatro para ver madrinha do bebê, Fernanda Rodrigues



Finalmente, já é possível ver a barriguinha de Sandy, grávida de quatro meses do seu primeiro filho com o músico Lucas Lima. A foto acima, feita por uma fã, foi tirada no fim de semana, quando a cantora foi assistir à peça "Tô grávida!", da amiga e madrinha do seu bebê, Fernanda Rodrigues, em Campinas, cidade onde Sandy mora com o marido. Sandy também aproveitou a estadia de Fernanda na cidade para almoçar com a amiga e o marido, num restaurante da cidade.





CRÉDITOS: EXTRA

sábado, 25 de janeiro de 2014

Filme de horror com Sandy e Antônio Fagundes segura tensão do começo ao fim



Sandy e Antônio Fagundes juntos num filme de horror. Essa ideia maluca ocorreu ao diretor Marco Dutra, do premiado "Trabalhar Cansa", que convidou a cantora e um dos galãs mais veteranos da Globo para estrelarem seu segundo longa, "Quando Eu Era Vivo", que abriu na última sexta (24) a Mostra de Cinema de Tiradentes e estreia nos cinemas no próximo dia 31.

Adaptado de um livro de Lourenço Mutarelli, escritor de "Natimorto" e "O Cheiro do Ralo", o filme é a jornada rumo à loucura de Junior (Marat Descartes), um homem que, após separar-se da mulher, volta para o apartamento do pai (Fagundes) no centro de São Paulo. Junior precisa dormir no sofá, porque seu quarto está alugado para uma estudante de música, Bruna (Sandy Leah, como ela prefere ser chamada nos trabalhos como atriz).

Junior começa a desenterrar dentro de casa objetos de sua infância ao lado do irmão, que foi internado num sanatório, e da mãe já morta, que gostava de mexer com ocultismo. Pouco a pouco, ele começa a perder a sanidade mental, assustando o pai e levando Bruna junto com ele.
"Quando Eu Era Vivo" é um exemplo raro de filme de horror, ou um suspense psicológico com toques de terror, dentro do cinema brasileiro. Segura a tensão do começo ao fim, desvendando aos poucos um mistério macabro de arrepiar os cabelos. A sugestão de eventos sinistros dentro de um apartamento lembra o clima de "O Bebê de Rosemary", de Polanski. Na sessão em Tiradentes, o público riu em alguns momentos que deveriam ser tensos, mas o horror cresce até desembocar numa cena final grotesca e muito surpreendente – houve fortes aplausos ao final.

Para quem está acostumado com lado angelical de Sandy, é mais que divertido vê-la flertar com o lado negro da Força. Mas o show é mesmo de Marat Descartes (ator de "Trabalhar Cansa" e "Os Inquilinos"), que dá aos poucos a medida da loucura de seu personagem. Fagundes, que não fazia cinema desde a comédia "A Mulher do meu Amigo" (2008), faz um grande retorno às telas.


Vale a pena deixar os filmes do Oscar de lado e conferir "Quando Eu Era Vivo" a partir da próxima sexta. O ano está só começando, mas não é loucura dizer que é desde já um dos melhores filmes brasileiros de 2014.




CRÉDITOS: UOL CINEMA

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Marat Descartes faz discurso sobre quando vivia em cena de terror com Sandy


O personagem interpretado pelo ator Marat Descartes aparece fazendo um discurso sobre como eram as coisas na época em que vivia em cena de "Quando Eu Era Vivo", terror do diretor Marco Dutra. O filme, que tem previsão de estreia para o dia 31 de janeiro, tem no elenco também o ator Antonio Fagundes e a cantora Sandy Leah.

"Quando eu era vivo minha mão era mais quente, meu sangue não coagulava, meu olho não via nada, quando eu era vivo eu brincava com meu irmão, meu pai era meu pai de verdade e minha mãe cantava algumas canções para mim e para meu irmão", afirma, em vídeo divulgado em primeira mão pelo UOL. "Quando eu era vivo, eu não sabia de nada. Hoje eu sei", completa Júnior, personagem de Descartes.
No filme, Júnior procura abrigo na casa do pai (Fagundes) após um divórcio traumático. No lugar do pai que esperava, entretanto, encontra um homem estranho, rejuvenescido à base de exercícios físicos e bronzeamento artificial.
No quarto que dividia com o irmão, Pedro (Kiko Bertholini), agora vive a inquilina Bruna (Sandy), jovem estudante de música que veio do interior para se formar. Após encontrar objetos que remetem ao passado e à sua mãe, Júnior desenvolve uma obsessão pela história de sua família e tenta recuperar algo que aconteceu em sua infância e que, até hoje, o assombra.
O filme abriu a Mostra de Cinema de Tiradentes, que começa no dia 24 de janeiro.
O longa é baseado no livro "A Arte de Produzir Efeito Sem Causa", do escritor Lourenço Mutarelli.



CRÉDITOS: UOL CINEMA

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Grávida, Sandy é mimada pelo marido: 'Enchendo de beijo'

Lucas Lima contou em seu Instagram que não resistiu à mulher 'tirando uma soneca de grávida'.



Sandy e Lucas (Foto: Reprodução/ Facebook)Sandy e Lucas (Foto: Reprodução/ Facebook)

Lucas Lima mostrou que é um marido apaixonado em seu Twitter, nesta quinta-feira, 23. O músico contou que não resistiu ao ver a mulher, Sandy, dormindo, mas que foi cuidadoso para ela não perceber o carinho. "Aí o cara vê a esposa tirando uma soneca de grávida e tem que usar toda força de vontade do mundo pra não acordar ela enchendo de beijo", escreveu.
Os seguidores de Lucas comentaram o momento fofo do casal. "Que lindos", disse uma fã. "Você é o cara", elogiou outra.
No dia 26 de dezembro, Sandy anunciou em seu Facebook que estava grávida de três meses de seu primeiro filho, com o marido Lucas Lima. "Estou me sentindo muito bem e saudável, o que é ótimo, já que pretendo trabalhar até um pouquinho antes de o bebê nascer. Não sabemos se é menino ou menina ("guri" ou "guria", de acordo com o Lucas - rs.), mas, também não importa, queremos é que venha com muita saúde e cercado de boas energias!", contou ela na ocasião.
Tweet de Lucas Lima (Foto: Twitter / Reprodução)Tweet de Lucas Lima (Foto: Twitter / Reprodução)

CRÉDITOS: TWITTER / SITE EGO

Confira várias fotos da Sandy no filme de baixo orçamento “Quando Eu Era Vivo”

Várias fotos promocionais do filme “Quando Eu Era Vivo”, o terror nacional estrelado por Sandy, foram divulgadas pela assessoria de imprensa. Nas imagens, a cantora aparece em cena com os atores Antônio Fagundes e Marat Descartes. Esse é o primeiro projeto de baixo orçamento da artista, que anteriormente atuou em produções grandes como “O Noviço Rebelde” e “Acquaria”.
Além das fotos, também foram divulgados os pôsteres do longa (veja) e o trailer (assista).















O filme é uma adaptação do livro “A Arte de Produzir Efeito Sem Causa”, do Lourenço Mutarelli, e conta uma história cheia de mistério. Após um divórcio traumático, Júnior (Marat Descartes) busca abrigo na casa do pai, Sênior (Antonio Fagundes), com quem mantinha uma relação distante. Lá, nada lembra o lar em que viveu quando jovem. O pai se tornou um homem estranho, rejuvenescido à base de exercícios físicos e bronzeamento artificial. Os objetos e fotos da mãe, morta há alguns anos, foram encaixotados e trancados no quartinho dos fundos. No quarto que dividia com o irmão, Pedro (Kiko Bertholini), agora vive a inquilina Bruna (Sandy Leah), jovem estudante de música que veio do interior para se formar. Após encontrar objetos que remetem ao passado e à sua mãe, Júnior desenvolve uma obsessão pela história de sua família e tenta recuperar algo que aconteceu em sua infância e que, até hoje, o assombra.
A estreia está marcada para o dia 31, com classificação etária de 12 anos. A direção é de Marco Dutra.


CRÉDITOS: PORTAL POPLINE

Manoel Carlos quer Sandy vivendo Anita no teatro: 'Sempre gostei muito dela'



É só pensar em "Presença de Anita" (2001) que vem à cabeça a imagem de Mel Lisboa como a ninfeta que mexia com o imaginário dos homens. Em breve, no entanto, outra atriz deve interpretar a emblemática personagem. Em conversa com Purepeople nesta quarta-feira (22), o autor Manoel Carlos - que escreveu a minissérie - conta que quer Sandy como protagonista de uma versão da história para o teatro.

"Gosto muito da Sandy . Pensei nela para um musical de 'Presença de Anita'. Cheguei a conversar com ela por e-mail e a mesma ficou muito orgulhosa e feliz", adianta Maneco. "Agora a Sandy está grávida e, por isso, vamos conversar melhor no futuro. Vamos ver se ela vai fazer teste. Quem for dirigir também vai ter que concordar".
Segundo o autor, a carreira de Sandy como cantora e atriz chamam sua atenção. Vale lembrar que ela protagonizou a novela "Estrela Guia" (2001), fez um seriado com o irmão na TV Globo, estrelou um capítulo da série "As Brasileiras" (2012) e possui três filmes no currículo. No último, "Quando Eu Era Vivo", com previsão de estreia para este ano, ela contracenou com Antonio Fagundes.
"Sempre gostei muito da Sandy, como cantora e atriz. Acho que ela é um tipo diferente no Brasil e um pouco sacaneada. Alguns críticos de música popular não gostam dela, acham que ela não é boa. Criticam seu repertório, mas eu discordo", pontua Maneco.
Em "Presença de Anita", história original do livro homônimo de Mário Donato, a protagonista é uma adolescente que mexe com a cabeça do escritor Nando, um homem mais velho que busca inspiração para escrever seu próximo romance. Para Maneco, a idade de Sandy, 30 anos, não é um problema para interpretar uma ninfeta. "Será minha versão", avalia.

Lançando uma nova novela, "Em Família", que vai substituir "Amor à Vida" no horário nobre, o autor conta que, ao contrário do que saiu na imprensa, não pensou em um papel para a cantora na trama. "Nessa história, não. Mas acho que no teatro musical ela pode funcionar muito bem", sentencia.




CRÉDITOS: PURE PEOPLE